Baleias | ||||
| ||||
São incrivelmente adaptadas a vida aquática e quando submersas se comunicam através de estalos e assobios.
Alguns estudos sobre as baleias já revelaram como seu comportamento social é desenvolvido.
Algumas espécies formam grupos de forte organização social em que se alimentam juntos e protegem os jovens e os doentes.
A baleia pode viver 30 anos em média, porém já foi registrada uma baleia que chegou até os 50 anos.
Pode nadar com velocidade de 20 km/h.
| ||||
As narinas de uma baleia localizam-se bem no alto de sua cabeça. Subindo à superfície após a submersão prolongada, expele através dela o ar quente e úmido dos pulmões, o qual se condensa em contato com a atmosfera, formando uma coluna de gotículas de água, que às vezes se ergue à altura de mais de seis metros.
Na foto ao lado o vapor formado pela respiração da baleia. A audição é o sentido mais importante das baleias. | ||||
O corpo é coberto por uma camada de gordura que ajuda na flutuação do animal e a manter o calor. Essa gordura também funciona como meio para armazenar energia. | ||||
Alimentação
Apesar de sua imensa boca, todas as baleias têm o esôfago muito estreito.
Por isso, alimentam-se de pequenos peixes e organismos marinhos, que recolhem enchendo a boca de água e depois deixando-a escoar através de uma rede de 400 lâminas ósseas, que substituem os dentes - que as baleias não têm. | ||||
Respiração
A baleia é um animal de sangue quente, encontrado principalmente nas águas geladas da região antártica.
Os pulmões da baleia são excelentes, mas ela é extremamente econômica em matéria de respiração: desde que inspira o ar até o momento em que o expira, às vezes transcorrem até 20 minutos.
Por isso ela pode mergulhar a grandes profundidades e permanecer submersa, enganando assim os baleeiros (caçadores).
| ||||
A cauda é a digital da baleia.
Nenhuma é igual a outra.
É através da cauda que os pesquisadores conseguem identificar as baleias.
| ||||
Em sintonia
Quando as imensas algumas baleias chamam umas às outras através da água a distâncias maiores que 24km, elas escolhem a mesma "janela" de frequência para enviar seus sons de baixa frequência.
Como os usuários de telefone celular, elas se sintonizam nas áreas mais silenciosas do espectro sonoro.
Os cantos submarinos das baleias e golfinhos permitem que eles se comuniquem à enormes distâncias. | ||||
| ||||
Baleias francas
As baleias francas são cetáceos de grande tamanho, podendo atingir mais de 17 metros de comprimento nas fêmeas e pouco menos nos machos, muito embora participantes da caça à baleia franca no litoral do Estado de Santa Catarina nas décadas de 1950/60 afirmem categoricamente que animais com mais de 18 metros foram capturados nas imediações de Garopaba e Imbituba.
O corpo é negro e arredondado, sem aleta dorsal e a cabeça ocupa quase um quarto do comprimento total, nela destacando-se a grande curvatura da boca, que abriga, pendentes, cerca e 250 pares de cerdas da barbatana, que são ásperas e na sua maior extensão negro-oliváceas. O ventre apresenta manchas brancas irregulares. As fêmeas trazem mamilas na região inguinal e glândulas mamárias que podem ser bastante espessas, até cerca de 10cm.
As fêmeas adultas, segundo registros de captura, podem chegar a pesar mais de 60 toneladas, enquanto que para os machos pesos acima de 45 toneladas não são incomuns.
A identificação de sexo nas baleias adultas por padrão comportamental é apenas possível no caso de fêmeas adultas acompanhadas de filhotes em suas áreas de reprodução. Em outros casos, somente a observação da morfologia da região anogenital é determinante, as fêmeas possuindo fendas mamárias em ambos os lados da fenda genital e os machos apresentando ausência destas fendas e ânus bastante afastado, distinguível, da fenda genital. A camada de gordura que reveste o corpo das baleias francas é notável, podendo chegar a 40cm de largura em alguns pontos. | ||||
O “esguicho” das baleias francas é bastante característico, em forma de “V”, resultante do ar aquecido expelido muito rapidamente quando da respiração e da vaporização de pequena quantidade de água que se acumula na depressão dos dois orifícios respiratórios quando o animal emerge para respirar.
A altura do esguicho pode chegar a atingir de 5 a 8 metros, sendo mais visível em dias frios e com pouco vento, e o som causado pela rápida expelida de ar pode ser ouvido muitas vezes a centenas de metros. | ||||
A mais marcante característica morfológica da espécie é o conjunto de calosidades ou “verrugas” que apresentam as baleias francas no alto e nas laterais da cabeça.
São calos naturais da pele, que nascem já com a baleia e são relativamente macias em filhotes recém-nascidos, mas endurecem quando elas crescem.
Mas o tamanho relativo e forma não se alteram ou alteram-se muito pouco, permitindo seu uso para identificação visual de cada baleia.
As “verrugas” são geralmente acinzentadas ou branco-amareladas, neste último caso - o mais freqüentemente observado - tendo sua cor aparente influenciada pela cobertura maciça de ciamídeos, crustáceos anfípodos que colonizam as “verrugas” dos filhotes pouco após o nascimento, e acompanham a baleia franca por toda sua vida.
| ||||
As baleias francas são identificadas individualmente através das calosidades que possuem na cabeça ou pelas manchas da sua cauda.
| ||||
Baleia Jubarte
Conhecida também como baleia corcunda, a baleia-jubarte é chamada pelos cientistas de Megaptera novaeangliae.
Quando uma jubarte salta, rompendo a tranqüilidade das águas, é um espetáculo impressionante. Elevando seu corpo quase completamente fora d’água, por alguns segundos ela parece querer vencer a gravidade e alçar vôo.
Neste momento suas longas nadadeiras peitorais, que chegam a medir até 1/3 de seu comprimento, poderiam ser comparáveis às asas de um pássaro. Esta é a origem do nome Megaptera que em grego antigo significa “grandes asas”.
Quem observa uma jubarte saltando fica fascinado com a beleza do espetáculo, mas com certeza ficaria ainda mais impressionado ao descobrir que aquele corpo que se projeta no ar pode pesar de 35 a 40 toneladas e medir cerca de 16 metros de comprimento.
| ||||
Embora seja única em seu gênero, a jubarte pertence à mesma família de outras baleias que possuem pregas ventrais.
Uma baleia com pregas ventrais é chamada de rorqual. Todos os rorquais pertencem à família dos balenopterídeos.
Muito da dificuldade de se estudar as baleias vem do fato de que estes animais passam a maior parte do tempo com seu corpo submerso, longe de nossos olhares.
Se estivermos mergulhando e tivermos a sorte de uma jubarte se aproximar poderemos observá-la por inteiro. Mas ébom ter cuidado com o deslocamento de água.
Ao observarmos uma jubarte com atenção percebemos que sua cabeça é ligeiramente achatada e possui no seu topo uma série de calombos ou nódulos, com minúsculos pêlos aderidos a eles. Ainda não se conhece qual a função destes pêlos mas supõe-se que tenham uma função sensorial.
Também chama a atenção a boca, bastante longa e arqueada.
| ||||
Seu número pode variar de 14 a 35 e funcionam como o fole de um acordeon expandindo quando o animal se alimenta (tipo o papo do pelicano) e contraindo quando ele expulsa a água para fora da boca. Para filtrar o alimento da água do mar esta baleia utiliza uma série de placas que descem do céu da boca e formam um tipo de cortina por onde a água consegue passar e o alimento fica preso. Estas placas são chamadas de barbatanas e são formadas de queratina, a mesma substância que forma nossa unhas. Próximo ao canto da boca estão localizados os olhos, que possuem boa capacidade visual tanto dentro como fora d’água.
O tórax é protegido por 14 pares de costelas e abriga o coração e os pulmões.
Na região torácica observamos duas longas nadadeiras peitorais, que numa jubarte adulta podem medir mais de cinco metros de comprimento. A borda anterior da nadadeira peitoral é é bastante ondulada, sua face ventral é branca enquanto a face dorsal em geral possui uma mistura de padrões de preto e branco. As nadadeiras peitorais em geral servem para ajudar a direcionar o movimento das baleias e golfinhos quando estes nadam, auxiliando na manutenção do equilíbrio. Estas nadadeiras não são eficientes, entretanto, para proporcionar impulsão ao animal.
| ||||
Continuando em direção à cauda, no dorso da jubarte veremos uma pequena nadadeira dorsal, localizada sobre uma ligeira corcova. Quando a jubarte mergulha costuma arquear a região da nadadeira dorsal, deixando esta corcova mais saliente. Desta característica deriva seu nome em inglês, humpback whale, ou baleia corcunda. Esta nadadeira dorsal possui um formato ligeiramente diferente para cada indivíduo. Em algumas jubartes ela é mais arredondada e em outras ela pode apresentar um formato semelhante a uma foice.
Logo após a nadadeira dorsal inicia-se a região conhecida como pedúnculo caudal, uma grande e poderosa região muscular que, juntamente com a nadadeira caudal, é responsável por permitir a natação e a realização dos espetaculares saltos da jubarte.
É a batida da nadadeira caudal que permite às baleias se deslocarem. Numa jubarte adulta a nadadeira caudal pode medir mais de 5 metros de largura. Sua borda é serrilhada e na face ventral a coloração pode ir desde quase completamente branca até totalmente escura, apresentando cada animal um padrão de manchas e riscos diferentes. É justamente o fato de cada uma possuir um desenho único na nadadeira caudal que permite que cada baleia jubarte possa ser identificada como um indivíduo através das fotografias. São como impressões digitais.
| ||||
Uma dúvida freqüente é como saber se uma baleia que está sendo observada é um macho ou uma fêmea... Vista da superfície, esta diferenciação é quase impossível para a baleia jubarte. Se olhar a região ventral da jubarte embaixo d’água poderemos observar que próximo ao pedúnculo caudal existe uma fenda conhecida como fenda genital e que abriga os órgãos reprodutivos dos cetáceos. Esta foi mais uma adaptação para reduzir o atrito e permitir que a baleia deslize melhor na água. Durante o acasalamento, o macho expõe seu pênis para fora da fenda genital e procura introduzi-lo na fenda da fêmea.
Existem pequenas diferenças entre machos e fêmeas: enquanto nas fêmeas a fenda genital fica deslocada em direção à nadadeira caudal, bem próxima à abertura do ânus, nos machos a fenda está deslocada em direção ao abdômen, próxima à cicatriz do umbigo, onde terminam as pregas ventrais.
A única outra diferença anatômica externamente visível entre machos e fêmeas é a presença de um lobo hemisférico na região urogenital das fêmeas localizada logo após a porção posterior da fenda genital. Paralelas à fenda genital existem duas pequenas fendas onde estão localizadas as glândulas mamárias.
A pele da jubarte é relativamente fina, para um animal de seu tamanho, possuindo menos de 1 cm de espessura.
Na região dorsal a pele é de coloração preta, enquanto na região abdominal é variável, sendo preta em algumas regiões e branca em outras.
Grudadas na pele podemos encontrar as cracas, organismos marinhos que produzem carapaças para se proteger e que crescem sobre as baleias assim como no casco de navios.
As cracas não são parasitas, elas apenas “pegam carona” nas baleias, mas suas carapaças às vezes são afiadas e podem ter um papel importante nas disputas dos machos pelas fêmeas.
| ||||
Embora a pele seja bastante fina, as baleias possuem logo abaixo uma espessa camada de gordura que serve como um isolante para protegê-las do frio das águas e como uma reserva de energia. A espessura da camada de gordura varia nas diferentes espécies de baleias e também em função da época do ano. Numa baleia jubarte esta camada pode medir mais de 15 cm de espessura.
Entre todas as baleias a jubarte é a mais maciça e a menos esbelta. Devido às suas linhas, consideradas pouco hidrodinâmicas, a baleia não é tão rápida quanto as outras, nada a uma velocidade de 6 a 12km/h.
Durante muito tempo foi muito caçada, por viver grande parte da vida ao longo das costas marítimas. Sua caça foi proibida em 1966, porém, ainda hoje está ameaçada de extinção. Além da caça, ainda enfrenta os problemas de poluição nos mares e até colisões com grandes embarcações.
Para amamentar, a jubarte sobe à superfície, seu filhote abocanha o mamilo, mas é incapaz de sugar: o leite é esguichado em sua boca, quando crescem, fêmea e macho chegam ao mesmo tamanho. Sua distribuição é muito vasta, e as populações obedecem ao mesmo tipo de migração, na estação fria, procuram águas tropicais e na estação quente, vão para águas polares.
Possui hábitos costeiros. São encontradas em todos os oceanos, no Brasil, distribuem-se desde o Rio Grande do Sul até o Arquipélago de Fernando de Noronha, sendo que sua maior concentração ocorre no Parque Nacional de Abrolhos, na Bahia. Seu período de gestação é de aproximadamente 12 meses, com o nascimento de 1 filhote, que possui em média 5 metros e pode pesar até 2 toneladas.
Formam grupos de 2 a 3 indivíduos, no entanto, é comum encontrá-las sozinhas. Nos períodos de migração, não se alimentam e consomem as reservas de grossas camadas de gordura que armazena nas áreas de alimentação, próximas dos pólos. Alimenta-se principalmente de krill (pequeno camarão) e de outros crustáceos além pequenos peixes.
| ||||
As baleias jubarte são famosas por irromper da água apontando a cabeça e depois mergulhar de lado. Além de assustar os cardumes de peixes, talvez seja uma maneira de chamar a atenção de outras baleias, uma espécie de aviso para manter os machos separados durante a gigantesca exibição de cortejo para o acasalamento.
As baleias-de-corcova (jubarte), ao contrário dos cachalotes, sociáveis, vivem em bandos nomades de quatro a dez baleias. Por outro lado, o relacionamento entre a mãe e filhote é mais longo e mais estável. Eles ficam juntos por quase um ano.
Geralmente, a baleia-de-corcova dá à luz um único filhote, que sai primeiro com a cauda.
O curto cordão umbilical rompe-se ao ser esticado e o recém-nascido nada em direção à superfície para respirar pela primeira vez.
A mãe o ajuda, empurrando com o focinho ou com uma de suas nadadeiras.
Esses primeiros segundos são importantes para o filhote, pois, enquanto seus pulmões não se enchem de ar, seu corpo é mais pesado que a água e ele corre o risco de afundar e se afogar.
| ||||
As brincadeiras acrobáticas podem distrair os filhotes de baleias por horas a fio.
Nadando para longe da mãe e voltando em círculos cada vez mais complexos, eles desenvolvem força e habilidade. Eles também brincam de boiar de barriga para cima e de bater na superfície da água com o rabo.
Como a maioria das brincadeiras, esses comportamentos são específicos de uma espécie e referem-se ao comportamento do animal adulto.
| ||||
Laços estreitos
A ligação mais profunda entre as baleias é entre a mãe e seu filhote.
A mãe jubarte e seu filhote ficam juntos cerca de um ano após o nascimento. As outras relações entre as jubarte são temporárias, durando apenas algumas horas ou dias. | ||||
Comunicação nas profundezas do mar
Nas águas do oceano Pacífico, a baleia jubarte macho entoa uma canção - um padrão regular de bramidos e estrondos, entremeados de suspiros e guinchos mais curtos.
Cada canção dura de 5 a 30 minutos, com algumas partes repetidas e intercaladas, exatamente como os cantos líricos e o coro na música humana.
Os cantores às vezes fazem apresentações que chegam a durar 24 horas.
A baleia jubarte do oceano Atlântico também canta, mas de forma diferente que seus parentes do Pacífico.
Os esquemas gerais assemelham-se muito, mas as partes componentes (as "letras") são bem diferentes.
| ||||
Os estudos dos cantos da baleia revelam que ela os muda sempre, alterando frases ou inserindo trechos novos. As músicas são longas e complexas, como os épicos musicais.
| ||||
Um dos maiores mistérios das baleias jubarte é como elas conseguem "cantar".
Quando elas se enfurecem, são vistas bolhas mas, quando cantam, não se vê nada.
Para produzir sons, essas baleias sopram o ar através de estruturas que vibram na corrente de ar, mas não expelem ar durante todo esse processo. Talvez o ar passe de um lado para outro na complexa rede de tubos e concavidades dentro da sua cabeça, que funciona como uma imensa caixa acústica.
As baleias jubarte, junto com outras espécies, fazem uso das propriedades acústicas da água (o som se propaga quatro vezes mais rápido na água que no ar).
Vez por outra elas saltam da água, deixando o corpo todo de fora, e mergulham de novo com força no mar. Pode-se ouvir seu espadanar a longas distâncias. Os zoólogos acreditam que são formas de afirmar sua presença entre outras baleias.
| ||||
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Baleias
Girafa
Girafa
Saiba mais sobre a Girafa, características, reprodução, alimentação, hábitat, tamanho, hábitos
Girafa: um mamífero típico das savanas africanas
Classificação Científica:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Superfamília: Giraffoidea
Família: Giraffidae
Gênero: Giraffa
Espécie: G. camelopardalis
Informações e características:
- A Girafa é um mamífero que habita a região da savana africana.
- As girafas adultas (machos) podem atingir a altura de 6 metros. Seu pescoço comprido favorece seus hábitos alimentares, pois as girafas se alimentam basicamente de folhas de árvores. Com relação ao comprimento, atingem na fase adulta 2 metros.
- Embora seja grande, a girafa é um animal bem rápido. Pode correr a uma velocidade de 45 km/h.
- Possuem de dois a quatro pequenos chifres que são cobertos por pele.
- O corpo das girafas é coberto por pelos de cor rosada ou alourado, com machas de cor marrom.
- Um animal saudável vive, em média, de 15 a 20 anos.
- A gestação da fêmea dura de 420 a 450 dias. A girafa dá a luz a apenas um filhote por vez.
- As girafas emitem poucos sons e quando fazem é num tom muito baixo.
- Vivem em bandos (grupos) formados por poucos animais (de 5 a 10, em média).
- Passam grande parte do tempo comendo folhas das copas das árvores. Dormem, em média de 2 a 3 horas por dia.
- As principais espécies de girafas são: girafa-reticulada, girafa-angolana, girafa-masai, girafa-núbia e girafa-sul-africana.
Curiosidade:
- Os principais predadores das girafas adultas são os leões e leopardos. Já os filhotes de girafas são presas fáceis de leões, leopardos, hienas, crocodilos e cachorros-selvagens.
Golfinhos
Golfinhos
Classificação - Nome popular:Golfinho-comum Nome científico:Delphinus delphis
| ||
| ||
Características dos golfinhos
É caracterizado por seu corpo delgado e bico fino, seu dorso é escuro, e o ventre claro.
Muitas vezes a nadadeira dorsal possui uma mancha clara no centro, em ambos os lados.
Possui de 80 a 120 pares de dentes pequenos e afiados.
Pode viver mais de 20 anos.
O golfinho-comum pode mergulhar até 280m, ficando submerso por cerca de oito minutos.
Alimentam-se de peixes e lulas.
| ||
Reprodução
A maturidade sexual das fêmeas acontece quando atingem cerca de 1,6m e dos machos com 1,7m. A gestação dura de 10 a 11 meses. Filhotes nascem com cerca de 0,8 a 0,9 m.
A amamentação dura pelo menos 14 meses. O intervalo entre as crias é de dois a três anos.
| ||
Comportamento
Formam grandes grupos constituídos por animais de ambos os sexos e todas as idades. Em regiões profundas, os grupos podem ter centenas ou até milhares de animais. Em regiões costeiras o tamanho de grupo varia entre 10 a 500 indivíduos.
Esta espécie apresenta fortes vínculos sociais.
Pode formar grupos mistos com outros cetáceos.
São ágeis, velozes e acrobatas.
Saltam e nadam na proa de embarcações.
As vocalizações incluem vários estalos e assobios.
| ||
Os golfinhos e as belugas, algumas vezes, fazem a mesma coisa para ajudar pessoas que estejam se afogando.
Mergulho com golfinhosPara mergulhar com golfinhos em seu habitat natural
A ilha caribenha Roatan
Ilhas Bay de Honduras Miami Açores | ||
Palau - Não deixar de ir a Blue Hole e Chandelier Cavern
Com destaque para Grand Bahama - Lindos jardins de corais, muitos golfinhos e os buracos azuis que fazem parte do segundo maior sistema de cavernas submarinas do mundo e ficam no Parque Nacional Lucaio.
Há várias operadoras de mergulho que levam até as cavernas (desde que tenha certificado para mergulho em caverna). Grand Bahama é um dos poucos lugares onde se pode mergulhar com golfinhos em seu habitat natural. Isto ocorre por meio do programa “Mergulho com Golfinhos” da Underwater Explorer’s Society (UNEXSO, sociedade dos exploradores submarinos). Neste mergulho os mergulhadores se encontram com os golfinhos em alto-mar, a cerca de 1,5 km da costa. Golfinhos em cativeiro parcial
Roatan - Os Animais são mantidos em cativeiro para pesquisa e liberados ao mar para este mergulho. Golfinhos nariz de garrafa
Mergulho com Golfinhos em aquário
no Japão – Shimoda Aquarium
região de Shizuoka www.shimoda-aquarium.com
Cozumel - México - Mergulho em aquário
| ||
Locais mais conhecidos no Brasil para mergulho com golfinhos
Os mergulhos com golfinhos no Brasil são em sua maioria em mar aberto.
O golfinho aparece em todo o litoral brasileiro e muitas pousadas possuem convênio com operadoras de mergulho das cidades, para proporcionar atividades como barco de passeio, mergulho com golfinhos, mergulho noturno e outros.
Um dos principais locais para mergulho com golfinhos no Brasil é Fernando de Noronha.
Aliás, este ano o Projeto Golfinho Rotador comemora 20 anos
Abrolhos - Parque Nacional protegido pelo IBAMA
Apresenta uma formação de corais única no mundo e também é possível avistar baleias jubarte. Santos - SP Angra dos Reis - Ilha Grande tem águas claras e naufrágios. Enseada das Palmas, Lagoa Azul, Praia Vermelha e Lopes Mendes. A Ilha de Jorge Greco é uma das que tem maior diversidade de flora e de fauna. Parati - RJ
Floripa - SC - A Ilha do Campeche, o costão da Praia da Lagoinha, no Norte da Ilha, perfeito para quem está começando.
Ilhas costeiras como a do Coral, Moleques do Sul e Ilhote do Siriú. Alguns locais com acesso um pouco restrito, mas onde se pode ter bons mergulhos são as ilhas da Paz, em São Francisco do Sul, dos Lobos e a pedra de Campo Bom, nas proximidades de Laguna. Laje da Pinheira também apresenta boa biodiversidade, sendo comum encontrar cações e baleias. Bombinhas - SC - Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, referência de biodiversidade, e a Ilha do Campeche, Patrimônio Arqueológico e Paisagístico Nacional. As ilhas do Arvoredo, Galé, Deserta e Calhau de São Pedro ficam na região onde acontece o encontro das águas claras e quentes da Corrente do Brasil – proveniente do Norte – com as águas frias e ricas em nutrientes da Corrente das Malvinas. Esse fenômeno proporciona grande biodiversidade marinha, reunindo espécies da fauna tropical com exemplares do Sul do continente. Os mergulhadores podem observar garoupas, meros, polvos, arraias, lulas, vieiras, lagostas, tartarugas e diversas outras espécies. Golfinhos, baleias e pingüins também visitam esta área. | ||
Os golfinhos interpretam os ecos para pesquisar a paisagem marítima
A visão debaixo d'água é sempre limitada, particularmente onde a água é toldada por fragmentos de rocha ou algas. Assim, os animais que aí vivem dependem dos outros sentidos que não a visão.
Os mamíferos, como as baleias e os golfinhos, "vêem" através do som.
| ||
Além dos assobios de alta frequência que usam para se comunicar, os golfinhos produzem estalidos que rebatem nos objetos e fornecem informações sobre a paisagem marítima à sua volta, um processo chamado ecolocalização (parecido com o dos morcegos).
Os ecos que retornam, após ricochetearem num alvo, não entram no canal auditivo dos golfinhos, mas são captados pelos dentes de sua mandíbula inferior, que absorvem as vibrações sonoras e as transferem para o osso fino da mandíbula, até o ouvido médio através de um canal.
Livros indicados
Livro Infantil
CINTILANTE - ANIMAIS DO OCEANO | ||
Os estalidos do golfinho, alguns dos quais são muito altos para o ouvido humano detectar, são produzidos por um complexo sistema de canais abaixo do orifício nasal no alto da cabeça.
Eles passam por sua testa bulbosa, que contém um corpo gorduroso conhecido como "melão" e que os impulsionam dentro d'água, partindo da testa num ângulo de 9 graus, no caso do golfinho nariz-de-garrafa.
Se o ângulo fosse menor e o feixe um pouco mais intenso, a energia do som se transformaria em calor. O feixe permite que o golfinho encontre e identifique pequenos objetos a grandes distâncias.
Um nariz-de-garrafa pode localizar uma bola do tamanho de uma tangerina a 113m de distância.
Defesa
Quando ameaçados os golfinhos podem reagir agindo como carneiros submarinos, matando tubarões predadores com repetidas cabeçadas, em alta velocidade, com seus focinhos.
| ||
Análise de alta velocidade
A velocidade na qual o golfinho produz estalidos, até 700 estalidos por segundo, é rápida demais para a capacidade analítica do ouvido e cérebro humanos. Com 20 a 30 estalidos por segundo, nosso ouvido mistura os sons. Portanto, para nós, os estalidos usados na ecolocalização parecem o rangido de uma dobradiça enferrujada. Mas o golfinho consegue distinguir cada minúscula parte do som.
Os ecos que retornam informam-no sobre a estrutura de um objeto que ele está investigando e se esse objeto é animado ou inanimado. Os golfinhos em cativeiro podem distinguir entre pratos de cobre e de alumínio pintados da mesma cor, e diferenciar um tubo oco de um compacto.
A maior parte do grande e complexo cérebro do golfinho analisa os ecos que retornam e fornecem informações detalhadas sobre seu meio ambiente, os movimentos e a composição de sua presa, e as posições e atividade de outros golfinhos do grupo.
| ||
Os golfinhos cooperam na caça aos cardumes
Os golfinhos da costa da Argentina caçam anchovas com toda a coordenação de tropas bem treinadas. Nas manhãs de verão, grupos de até quinze golfinhos movimentam-se nas águas profundas, usando seus órgãos de ecolocalização altamente desenvolvidos para rastrear grandes cardumes de peixinhos prateados.
Durante a caçada, eles nadam em fila lado a lado. Quando o cardume é encontrado, um grupo sai da fila e começa a nadar fazendo movimentos circulares que vão se estreitando em torno das vítimas. Quando os peixes assustados sobem à tona, todos os golfinhos juntam-se para comê-los.
Mas eles não estão sozinhos — as aves marinhas são atraídas pelo tumulto e mergulham para participar da festa; atacam os peixes que estão na superfície e os golfinhos os engolem debaixo da água.
As aves, por sua vez, servem para indicar o lugar do almoço para outros golfinhos a quilômetros de distância. O cerco em torno dos peixes aperta-se quando aparecem mais golfinhos, e o frenesi dura mais tempo. | ||
O repertório de sons contribui para uma ativa vida social
Há mais de dois mil anos, os seres humanos são fascinados pela rica e variada linguagem do golfinho. Dos assobios de baixa frequência aos estalidos de alta frequência, eles parecem conseguir expressar uma grande variedade de ideias e emoções.
O golfinho faz ruídos com dois objetivos — a troca de mensagens com os companheiros e o recebimento de informações sobre o ambiente, sobretudo a disponibilidade da caça aos peixes.
Eles reservam a extensão total de seu repertório para a comunicação. Cada grupo com uns 30 diferentes tipos de som, entre eles um assobio balizado que, embora lembre o da sua mãe, é exclusivo.
Outros incluem estalidos furiosos entre os machos agressivos, e risadinhas íntimas trocadas quando os machos e as fêmeas se acariciam.
Os pesquisadores tentam compilar um dicionário de sons dos golfinhos.
Eles também procuram descobrir exatamente como os golfinhos conseguem produzir uma gama de sons com tanta variedade.
O golfinho havaiano do Pacífico é uma criatura sobretudo social, que vive em grupos de vinte a mil ou mais membros. O tamanho do grupo depende da sua atividade e localização. Durante o dia, esses golfinhos ficam na costa em pequenos grupos, a salvo de predadores. Ao cair da noite, começam a reunir-se em números maiores, indicando a disposição de partirem à caça em águas mais profundas. Sua atividade começa a aumentar (eles saltam da água e rodopiam no sentido longitudinal) e depois há um estágio em que todos ziguezagueiam juntos pela água. Por procurarem alimentos em grande número, os golfinhos podem esquadrinhar com mais eficiência grandes áreas do oceano. A caça de peixes, às vezes os grupos se revezam, mas permanecem em estreito contato. Para coordenar esses grandes números, cada golfinho comunica-se o tempo todo com outro, através de estalidos, assobios e curtas emissões de som.
| ||
| ||
Os golfinhos nadam em volta do filhote que respira na superfície para protegê-lo de qualquer ataque.
O grupo é mantido junto, atraído pelos chamados do filhote.
Mais:
|
Patos
| ||||
Pato SelvagemO pato selvagem macho, tem penas verdes cintilantes da cabeça, azul furta-cor na asa e a cauda negra. A fêmea é marrom. Os patos selvagens andam em bandos.
Os patos selvagens conquistam suas fêmeas com bonitos passos de dança.
Os machos se empurram, para conseguir a melhor posição e aparecer para as fêmeas. Para se exibir o macho realiza uma dança, baixando a cabeça entre os ombros e erguendo as penas da cabeça além de "cantar".
Entre grasnadas e assobios, o macho mergulha o bico na água e pavoneia-se, erguendo o peito bem acima da superfície e sacudindo a cabeça de um lado para o outro, respingando gotas de água na direção da fêmea escolhida, e as vezes dobrando o corpo em forma de U, com a cabeça e a cauda empertigadas.
A fême que se sentir atraída balança a cabeça para cima e para baixo, e para a frente, como se desse bicadas no ar.
Então os machos rivais percebem que perderam, e retiram-se, e o casal pode enfim acasalar-se.
| ||||
Pato Bravo
O pato bravo pode ter até oitenta centímetros de comprimento.
Ele gosta de ficar empoleirado em árvores e faz o ninho em um oco de árvore, bem no alto.
Não gosta de andar no chão e é lento, mas voa muito bem, em grupo ou em casais.
Come muito e quase de tudo, e é preciso até ter cuidado, pois se derrubar qualquer coisa perto dele, ele come.
Quando ameaçado ataca, soprando, de cabeça baixa e batendo com as asas e os pés (de unhas afiadas).
Com os filhotes, é bastante paciente, e quando eles já podem sair do ninho, o casal traz um por um, até o chão.
Vive no Brasil e em alguns países da América do Sul e da América Central.
Também é conhecido como pato-brabo ou pato-do-mato.
| ||||
O Pato do Mato é uma grande ave arborícola que faz seu ninho e se empoleira bem no alto.
A terra nativa do Pato do Mato é a América tropical.
Foi domesticado pelos índios americanos bem antes da chegada dos conquistadores e levado à Europa pelos espanhóis.
Os Patos do Mato são hoje mantidos como patos d'água ornamentais e também como animais de estimação.
Possui carúnculas nodosas de um vermelho brilhante adornando sua face, e crista similar a uma juba.
| ||||
Pato-Mudo
Espécie:Cairina moschata momelanotus
É o pato-selvagem do Brasil domesticado pelos indígenas da América do Sul. Não existem raças realmente definidas, mas existe uma linhagem comercial branca, desenvolvida na França, com rápido crescimento, usada na produção de carne. | ||||
Criação de patos e marrecos
Os patos são criados para aproveitamento da carne, ovos e penas (travesseiros). Podem ser criados ao ar livre, ou em viveiros, e até em galinheiros.
Marrecos tem sido criados há milhares de anos, possivelmente a partir do sudeste da Ásia e Patos-mudos foram domesticado pelos indígenas na América do Sul, e foram encontrados já domesticados quando a América foi descoberta.
Não são tão populares quanto as galinhas porque a relação "custo X quantidade de carne" torna o pato mais caro do que a galinha (por kg).
Patos se desenvovem bem mais saudáveis se tiverem acesso à água.
Eles devem ser alimentados com uma grãos e insetos.
Não se deve dar pão a patinhos novos, pois pode atrapalhar muito seu desenvolvimento.
Hoje incubadoras são bastante usadas, mas patinhos jovens precisam da mãe para o fornecimento de óleo para torná-los à prova d'água.
Quando o patinho cresce, suas próprias penas produzirão o óleo necessário à sua flutuação.
O uso de lâmpadas acesas no viveiro durante a noite, além de aquecer os filhotes, faz com que eles durmam menos, e assim comam mais e, cresçam mais rapidamente.
O tempo de incubação de um ovo de pata é de 5 semanas.
| ||||
Pato ou marreco?
O corpo dos patos é achatado e fica um pouco mais horizontal. O corpo dos marrecos é mais cilíndrico e fica mais empinado.
Os marrecos emitem um som alto, os patos não.
Os patos possuem verrugas ou manchas vermelhas na cabeça e ao redor dos olhos e seu bico é fino e comprido. Os marrecos têm a cabeça lisa e o bico chato, largo e em alguns casos, mais amarelo.
A cauda dos patos é comprida e parece com um leque. A cauda dos marrecos é pequena e parece um pom-pom.
Na foto ao lado, o da frente é um marreco e o de trás é um pato.
| ||||
A pata ao lado é de um marrom camuflado, assim como os filhotes.
| ||||
Pato de crista
O pato de crista, ou pato do mato (como o outro), é muito difícil de ser domesticado, pois é rápido e desconfiado.
Pode chegar a uns noventa centímetros de comprimento, ou mais.
Vivo no Amazonas, Maranhão, Piauí, Bahia, Rio de Janeiro, Mato Grosso, e em outros lugares da América do Sul.
O macho apresenta uma saliência (crista) na testa. A fêmea não.
| ||||
Pato cristado
À direita, um macho Branco Cristado bica um Campbell Caqui.
Os patos são mais apreciados como produtores de ovos e carne do que animais de estimação porque transformam um gramado rapidamente numa área cheia de lama.
| ||||
Pato do ártico
Espécie:Somateria spectabilis
Não é bom caminhando (não mesmo - 3 passos e um tombo), também não é bom voando (bate as asas muito rápido e quase não sai do lugar), mas na água é muito veloz e ágil.
Pode ir a mais de 20 metros de profundidade e ficar sem respirar po até 6 minutos.
Vive na costa do mar Báltico.
Durante o verão, o casal abandona o bando, faz seu ninho e a fêmea choca os ovos, durante um mês inteiro.
Os patinhos (de seis a oito em cada ninhada) começam a nadar logo em seu primeiro dia de vida.
A fina penugem que a fêmea solta para forrar seu ninho é recolhida por moradores da região, para estofar mantas e travesseiros.
| ||||
Quando uma ostra atacada cerra a concha fortemente, na ponta do bico do pato do artico, ele mergulha seu bico em água doce, onde o molusco morre e a concha então afrouxa.
| ||||
O pato do ártico pode pegar uma estrela do mar a 20 metros de profundidade.
É caçado pelo urso polar, rapôsa-polar, corvo imperial, estercorário e o falcão ártico.
Na maioria das vezes, o último do bando é alcançado pelas garras do perseguidor. | ||||
Pato Mandarim
Espécie: Aix galericulata
A plumagem do macho é tão colorida e vistosa que recebeu este nome por causa dos trajes magnificos dos antigos mandarins da China.
O macho tem a plumagem muito mais vistosa que a da fêmea, que é marrom.
Ele se exibe para que a fêmea o escolha. Quando ficam juntos, é pra vida toda.
Para fugir dos predadores (como o falcão), o pato mandarim costuma mergulhar.
Embora possa viver em terra, na água e no ar, o pato mandarim anda e corre mal, nada mal e voa mal. Nem mesmo o mimetismo é muito eficaz, pois o macho é muito vistoso.
| ||||
O bico é coberto por uma pele fina e mole e rodeado por umas serrinhas, pequenas e finas, que servem de peneira (quase como as barbatanas das baleias). A comida fica presa na boca, mas a água escorre.
Se alimentam em geral de plantas, que pegam na água ou na lama. Mas também comem bichinhos de concha, camarões, vermes, insetos, peixes, etc.
Gostam muito de água. E os pés, de três dedos ligados por membranas, ajudam a nadar , mas um dedo é livre para poder subir em árvores.
Gosta de me empoleirar em árvores, como o pato-bravo, mas é muito menor do que ele.
Vive na Ásia.
Apesar da sua cor marrom deixá-la meio disfarçada no oco de árvores, a fêmea do pato-mandarim é atacada por aves predadoras, como os corvos, que a expulsam do ninho para comer os ovos. Incapaz de se defender, ela foge para construir outro ninho.
| ||||
Após quatro semanas de incubação, nascem uns doze patinhos.Com poucos dias de idade, eles são arremessados do ninho, para seu primeiro voo e o primeiro mergulho. Os filhotes logo que caem procuram a proteção do pai, que os aguarda. A vida nos pantanais é tão perigosa quanto na floresta. | ||||
A impermeabilidade das penas, que as impede de encharcarem a pele, é garantida por uma secreção oleosa do bico do pato mandarim. Por isso os patos em geral ficam sempre passando o bico em suas penas - para renovar esta proteção. | ||||
Pato Mergulhão
Espécie: Mergus octosetaceus
Vive em Minas Gerais, Goiânia, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, além de algumas cidades do Paraguai e da Argentina.
Tem perto de 55cm de comprimento. O bico é longo, fino e serrilhado, adaptado para capturar peixes mergulhando.
Vive em rios ou ribeirões com corredeiras e cachoeiras, de águas claras, em regiões serranas. Sobe e desce rios encachoeirados à procura de peixes. É uma espécie exigente, a água tem que ser clara e limpa.
Faz ninhos no oco de árvores à beira do rio. Voa baixo pousando em rochas e troncos caídos na água.
É uma espécie rara e algumas das principais ameaças têm sido as alterações de seu habitat, a redução das matas ciliares e a poluição dos rios por garimpeiros, a instalação de hidrelétricas (que transformam rios de correnteza em lagos artificiais).
| ||||
Panda
Urso Panda
Conheça o urso panda, foto, informações, filhotes, alimentação, classificação, comportamento, reprodução, habitat
Urso Panda: luta contra a extinção
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Ursidae
Subfamília: Ailurinae
Gênero: Ailuropoda
Espécie: Ailuropoda melanoleuca
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Ursidae
Subfamília: Ailurinae
Gênero: Ailuropoda
Espécie: Ailuropoda melanoleuca
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
- Os pandas vivem nas florestas da regiões montanhosas do sudeste da China (esta região é seu habitat natural).
- Vivem em cavernas e no oco de árvores.
- Apesar de serem carnívoros, alimentam-se principalmente de folhas e brotos de bambu. Comem também alguns insetos e ovos como fontes de proteínas.
- Possuem um comportamento dócil, tranquilo e tímido. São raros os casos em que um urso panda atacou um ser humano.
- São também chamados de: urso felino, urso de faixa e gato ursino.
- Ao contrário de outras espécies de ursos, os pandas não hibernam durante o inverso.
- Durante a fase da primavera ocorre o acasalamento, sendo que os filhotes, geralmente dois, nascem na época do inverno.
- As patas do urso panda possuem cinco dedos.
- Os filhotes de urso panda nascem com, aproximadamente, 2 kilos de peso.
- Possuem dentes e mandíbulas muito fortes para poderem triturar os brotos de bambu.
- Em média um urso panda vive durante 12 anos.
- Esta espécie encontra-se em situação de extinção provocada, principalmente, pela baixa taxa de natalidade, caça indiscriminada (no passado) e pela destruição das florestas onde vivem. A reprodução em cativeiro ocorre em diversos zoológicos e centros de pesquisa animal espalhados pelo mundo.
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Comprimento: 1.5 metro em média
Gestação: 7 a 9 meses
Cor: preto e branco
Peso: pode chegar a 150 kilos.
Assinar:
Postagens (Atom)